Informação sobre diabetes, causas, sintomas e tratamento do diabetes, identificando o diagnóstico do diabetes mellitus tipo 1, tipo 2 e gestacional, e fornecendo dicas de alimentação e atividade física adequada para prevenir o diabetes.


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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O que são diabetes

Diabetes acontece quando o teor de açúcar no sangue é muito alto. Glicose no sangue é o principal tipo de açúcar encontrado no seu sangue, sendo a sua principal fonte de energia.
A glicose vem do alimento que você ingere e também é produzida no fígado e músculos. O sangue carrega a glicose para todas as células do corpo, usando-a como energia.
Seu pâncreas (um órgão, localizado entre o estômago e a coluna vertebral, que ajuda na digestão) libera um hormônio chamado de insulina, para seu sangue. A insulina ajuda a transportar a glicose do sangue a todas as células do seu corpo. Às vezes, o corpo não produz insulina suficiente ou a insulina não funciona da maneira que deveria. Então, a glicose permanece em seu sangue e não alcança suas células, fazendo com que os seus níveis de glicose no sangue fiquem muito altos, podendo causar diabetes ou pré-diabetes. Com o tempo, o excesso de glicose no sangue pode causar problemas de saúde. 

O que é pré-diabetes?
Pré-diabetes acontece quando a quantidade de glicose no sangue está acima do normal, mas ainda não alta o suficiente para ser chamado de diabetes.
Com pré-diabetes, suas chances de ter diabetes tipo 2, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral são mais elevadas. Com um pouco de perda de peso e atividade física moderada, pode retardar ou prevenir o diabetes tipo 2. Você pode até retornar aos níveis normais de glicose, possivelmente sem tomar qualquer medicamento.

domingo, 27 de julho de 2014

Conhecendo a diabetes

Diabetes é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente (um hormônio que regula o açúcar no sangue) ou, alternativamente, quando o corpo não pode utilizar eficazmente a insulina que produz. O risco global de morrer, entre pessoas com diabetes é de pelo menos o dobro do risco de seus pares sem diabetes.
• Mais de 220 milhões de pessoas em todo o mundo tiveram diabetes em 2004.
• A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que mortes por diabetes irão duplicar até 2030.
• Quase metade das mortes por diabetes ocorrem em pessoas com idade inferior a 70 anos.
• Quase 80% das mortes por diabetes ocorrem em países de baixos e médios níveis sócio económicos.

Açúcar elevado no sangue é um efeito comum da diabetes não controlada, e com o tempo pode danificar o coração, vasos sanguíneos, olhos, rins e nervos. Algumas complicações de saúde de diabetes incluem:
• A retinopatia diabética, que é uma importante causa de cegueira, e ocorre como resultado da acumulação de danos nos pequenos vasos sanguíneos na retina, de longo prazo. Após 15 anos de diabetes, cerca de 10% dos pacientes desenvolvem deficiência visual grave.
• A neuropatia diabética causa danos aos nervos, como resultado de diabetes, e afeta até 50% das pessoas com diabetes. Os sintomas mais comuns são formigamento, dor, dormência ou fraqueza nos pés e mãos.
• Combinado com redução do fluxo sanguíneo, neuropatia nos pés aumenta a chance de úlceras do pé e eventual amputação do membro.
• Diabetes está entre as principais causas de insuficiência renal; sendo que entre 10 e 20% das pessoas com diabetes morrem de falência renal.
• Diabetes aumenta o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral; e 50% das pessoas que apresentam diabetes morrem de doença cardiovascular (principalmente doença cardíaca e acidente vascular cerebral).

As implicações económicas da diabetes
Diabetes e suas complicações têm consequências económicas significativas em indivíduos, famílias, e sistemas de saúde de muitos países.
As pessoas que apresentam diabetes e suas famílias sentem o impacto do diabetes mais diretamente, muitas vezes através das despesas de tratamento do diabetes e perda de renda familiar quando o diabetes interfere com o trabalho.

A diabetes tipo 1 é caracterizada por uma falta de produção de insulina. Sem administração diária de insulina, diabetes tipo 1 é rapidamente fatal.
Diabetes tipo 2 resulta do uso ineficaz de insulina (pelo corpo). Cerca de 90% das pessoas com diabetes em todo o mundo têm o tipo 2, sendo em grande parte resultado de excesso de peso e sedentarismo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sintomas do diabetes mellitus tipo 2

Os primeiros sintomas do diabetes estão relacionados aos efeitos diretos da concentração sérica alta de glicose. Quando esta é superior a 160 a 180 mg/dl, a glicose passa para a urina. Quando a concentração aumenta ainda mais, os rins excretam uma maior quantidade de água para diluir a grande quantidade de glicose perdida.
Como os rins produzem um excesso de urina, o indivíduo com diabetes elimina grandes volumes de urina (poliúria), o que acarreta uma sede anormal (polidipsia). Como ocorre uma perda excessiva de calorias pela urina, o indivíduo perde peso. Para compensar o individuo frequentemente sente uma fome excessiva (polifagia). Outros sintomas incluem a visão borrada, a sonolência, a náusea e a diminuição da resistência durante o exercício.
Os indivíduos com diabetes tipo 2 podem permanecer assintomáticos durante anos ou décadas. Quando a deficiência de insulina progride, os sintomas podem ocorrer. No início, os aumentos da micção e da sede são discretos e pioram gradualmente ao longo de semanas ou meses.

Causas do diabetes mellitus tipo 2

No diabetes tipo 2 (diabetes não insulino-dependente), o pâncreas continua a produzir insulina, algumas vezes em níveis mais elevados do que o normal. No entanto, o organismo desenvolve uma resistência aos seus efeitos e o resultado é um déficit relativo à insulina.
O diabetes tipo 2 pode ocorrer em crianças e adolescentes, mas, normalmente, ele inicia após os 30 anos e torna-se progressivamente mais comum com o avançar da idade. Aproximadamente 15% dos indivíduos com mais de 70 anos de idade apresentam o diabetes tipo 2. A obesidade é um fator de risco do diabetes tipo 2; 80 a 90% dos indivíduos que o apresentam são obesos.
Determinados grupos raciais e culturais apresentam um maior risco: os da raça negra e os hispânicos apresentam um risco duas a três vezes maiores de apresentar o diabetes tipo 2. Eles também tendem a ocorrer em família. Outras causas menos comuns de diabetes são a concentração anormalmente alta de corticosteróides, a gravidez (diabetes gestacional), medicamentos e venenos que interferem na produção ou nos efeitos da insulina, acarretando uma concentração sérica alta de glicose.

Diabetes mellitus tipo 2

O diabetes mellitus tipo 2 é a forma presente em 90%-95% dos casos e caracteriza-se por defeitos na ação e na secreção da insulina. Em geral ambos os defeitos estão presentes quando a hiperglicemia se manifesta, porém pode haver predomínio de um deles. A maioria dos pacientes com essa forma de diabetes mellitus apresenta sobrepeso ou obesidade, e cetoacidose raramente desenvolve-se espontaneamente, ocorrendo apenas quando associada a outras condições como infecções. O diabetes mellitus tipo 2 pode ocorrer em qualquer idade, mas é geralmente diagnosticado após os 40 anos. Os pacientes não são dependentes de insulina exógena para sobrevivência, porém podem necessitar de tratamento com insulina para a obtenção de um controle metabólico adequado.

O diabetes tipo 2 é causado pela resistência à insulina e obesidade.
O pâncreas secreta insulina normalmente, mas sobram insulina e glicose no sangue e células com pouca glicose. O pâncreas libera muita insulina levando as células ß a se deteriorarem. Células ß destruídas não têm produção de insulina e o indivíduo passa a ter a necessidade de tomar insulina e medicamentos para aumentar a sensibilidade à insulina.
O diabetes mellitus tipo 2 é uma síndrome heterogênea que resulta de defeitos na secreção e na ação da insulina, sendo que a patogênese de ambos os mecanismos está relacionada a fatores genéticos e ambientais. Sua incidência e prevalência vêm aumentando em varias populações, tornando-se uma das doenças mais prevalentes no mundo.
O diabetes tipo 2 é causado pela redução da sensibilidade dos tecidos-alvo ao efeito da insulina. Essa sensibilidade diminuída à insulina é frequentemente descrita como resistência à insulina. Para superar a resistência à insulina e evitar o acúmulo de glicose no sangue, deve haver um aumento na quantidade de insulina secretada.
Embora não se saiba o que causa o diabetes tipo 2, sabe-se que neste caso o fator hereditário tem uma importância bem maior do que no diabetes tipo 1. Também existe uma conexão entre a obesidade e o diabetes tipo 2, embora a obesidade não leve necessariamente ao diabetes.
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